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PENSAMENTOS ABERTOS E LIVRES

Há algum tempo e atendendo à experiência vivenciada no universo leonino foi apresentada aos representantes dos núcleos do Sporting a seguinte proposta de trabalho. Por uma questão de transparência a mesma fica enunciada no seu todo.

PROPOSTA DE COORDENAÇÃO DOS NÚCLEOS DO SPORTING CLUBE DE PORTUGAL

Modelo de Organização Distrital e Internacional

1. Enquadramento e Objetivos

O crescimento e a dispersão geográfica dos Núcleos do Sporting Clube de Portugal justificam a adoção de um modelo de coordenação assente na divisão administrativa distrital de Portugal, integrando plenamente:

  • Região Autónoma dos Açores
  • Região Autónoma da Madeira

E assegurando igualmente a representação da diáspora sportinguista nos vários continentes.

Este modelo reforça:

  • Proximidade territorial;
  • Representatividade equilibrada;
  • Coordenação mais eficaz;
  • Capacidade de expansão para concelhos ainda sem Núcleo.

2. Princípios Orientadores

  • Proximidade distrital – decisões mais próximas dos Núcleos;
  • Representatividade plena – todos os distritos com coordenação própria;
  • Autonomia dos Núcleos – manutenção da independência estatutária;
  • Cooperação territorial – articulação inter-distrital;
  • Alinhamento estratégico com o Clube.

3. Estrutura Organizativa Proposta

3.1. Nível Local – Núcleos

Base da estrutura.

  • Autonomia estatutária própria;
  • Eleição dos seus órgãos;
  • Participação na Coordenação Distrital respetiva.
3.2. Nível Distrital – Coordenações Distritais

Criação de Coordenações Distritais dos Núcleos, correspondentes aos 18 distritos do continente:

  1. Distrito de Viana do Castelo
  2. Distrito de Braga
  3. Distrito do Porto
  4. Distrito de Vila Real
  5. Distrito de Bragança
  6. Distrito de Aveiro
  7. Distrito de Coimbra
  8. Distrito de Leiria
  9. Distrito de Viseu
  10. Distrito da Guarda
  11. Distrito de Castelo Branco
  12. Distrito de Lisboa
  13. Distrito de Santarém
  14. Distrito de Setúbal
  15. Distrito de Portalegre
  16. Distrito de Évora
  17. Distrito de Beja
  18. Distrito de Faro

Composição:

  • 1 Coordenador Distrital
  • 1 a 2 Vice-Coordenadores
  • Representantes dos Núcleos do distrito

Competências:

  • Articular iniciativas entre Núcleos do distrito;
  • Apoiar criação de novos Núcleos;
  • Representar o distrito na estrutura nacional;
  • Promover encontros distritais periódicos;
  • Centralizar comunicação com o Clube.
3.3. Regiões Autónomas

Reconhecendo a especificidade insular, as Regiões Autónomas terão coordenação própria, equiparada a nível distrital reforçado:

Região Autónoma dos Açores

  • Coordenação Regional Autónoma
  • Representação de todos os Núcleos das ilhas

Região Autónoma da Madeira

  • Coordenação Regional Autónoma
  • Representação de todos os Núcleos do arquipélago

Competências idênticas às Coordenações Distritais, com reforço na articulação inter-ilhas.

3.4. Estrutura Internacional – Coordenações por Continente

Para os Núcleos fora de Portugal:

  • Europa
  • América do Norte
  • América do Sul
  • África
  • Ásia
  • Oceânia

Cada continente terá:

  • 1 Coordenador Continental
  • Representantes dos Núcleos existentes
  • Articulação direta com a Coordenação Nacional
3.5. Nível Nacional – Coordenação Nacional dos Núcleos

Órgão de cúpula da estrutura.

Composição:

  • Coordenadores Distritais
  • Coordenadores das Regiões Autónomas
  • Coordenadores Continentais
  • 1 Coordenador Nacional (mandato rotativo semestralmente)
  • Secretariado de apoio

Competências:

  • Representar os Núcleos junto dos órgãos do Sporting CP;
  • Harmonizar estratégias nacionais;
  • Garantir equidade territorial;
  • Organizar Encontro Nacional de Núcleos;
  • Emitir pareceres e propostas ao Clube.

4. Organograma Simplificado

Coordenação Nacional

├── Coordenações Distritais (18)

├── Região Autónoma dos Açores

├── Região Autónoma da Madeira

└── Coordenações Continentais
        ├── Europa
        ├── América do Norte
        ├── América do Sul
        ├── África
        ├── Ásia
        └── Oceânia
                │
              Núcleos

5. Implementação Faseada

Fase 1 – Validação

  • Apresentação aos Núcleos;
  • Ajustamentos e regulamento.

Fase 2 – Constituição Distrital

  • Eleição dos Coordenadores Distritais;
  • Constituição das Regiões Autónomas.

Fase 3 – Constituição Nacional

  • Eleição/Designação do Coordenador Nacional;
  • Formalização do modelo junto do Clube.

6. Vantagens do Modelo Distrital

  • Maior proximidade e conhecimento da realidade local;
  • Redução de assimetrias;
  • Melhor organização territorial;
  • Estrutura mais simples e objetiva;
  • Facilidade de expansão a concelhos sem Núcleo;
  • Reforço da identidade sportinguista nacional e internacional.

7. Conclusão

A adoção de um modelo assente na divisão distrital de Portugal, integrando plenamente as Regiões Autónomas e a dimensão internacional, permite uma coordenação mais próxima, equilibrada e representativa dos Núcleos do Sporting CP.

Este modelo reforça a coesão territorial, a participação democrática e a ligação histórica entre o Clube e os seus associados.

Pelo Sporting! E com o Sporting!

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